domingo, 25 de setembro de 2011

o amor vive e morre

amamos até os infinitos detelhes e não o te-los
se torna inpensado
não corremos a exigir a simples presença e quase moremos
quando a temos ausente
e do mesmo modo suplantamos o olhar
 o olhar que nao se acalma
que olhar pra onde tudo é precioso
quem ama a criatura 
a ama  mil vezas
e não se acalma
ama uma perfeicão imperfeita onde a imperfeição
compreendida torna-se a mais bela parte
mas o que faz a criatura quando  não te envolve
quando desaparece
quando deixa um vazio
ela ama o teu amor mais ela não te faz em criatura
e a te se coloca a imperfeição
faz o dia pesar e tudo ter o seu tempo
o tempo presente o tempo ausente o tempo pra se afastar
e nada disso pra você faz sentido
só esperar, amar, morrer e esperar.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

direito de resposta

"  o idealismo falseia a realidade e quanto ao seu retorno, tende sempre a si mostra nulo, de verdade não é o idealismo que direciona a vida humana mais sim a própria vida humana em suas ações em muito dialéticas conforme também Marx defende."
um dos mais sábios poetas dizia "só sei de q nada sei" entendo que ele não queria monopolizar o conhecimento nem tão pouco idealiza-lo, entendo que a próprio compreensão de simplicidade foge ao ser idealista. quando você mesmo afirmou, " eu sou assim, eu defendo essa ideia e não vou mudar" de certo modo monopoliza seu próprio ideal e portanto se torna estático aos próprios raciocínios. um mais um nunca é dois