domingo, 17 de abril de 2011

chuva

 A humana criatura
   calou sua voz.
pingo morto de vida.
abencoando os meus dias
não temo a te mesma.
              chuva
não trago de te nenhuma magoa
enches a minha vida de esperança.
é parte da minha criatura
não soa
a mim não amaldicoa
por te, sempre deus me abencoando.
AUTOR: LUIZ GUSTAVO DE JESUS ROSA

Um comentário:

  1. Hj tomei uma chuva e foi um encontro entre o céu e eu.
    Molhada me senti mais parte da natureza.
    Mas dentro do mundo e tive as esperanças pelo céu renovadas.

    Ps: Lindo poema.
    http://delicadoensaio.blogspot.com/

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