A humana criatura
calou sua voz.
pingo morto de vida.
abencoando os meus dias
não temo a te mesma.
chuva
não trago de te nenhuma magoa
enches a minha vida de esperança.
é parte da minha criatura
não soa
a mim não amaldicoa
por te, sempre deus me abencoando.
AUTOR: LUIZ GUSTAVO DE JESUS ROSA
Hj tomei uma chuva e foi um encontro entre o céu e eu.
ResponderExcluirMolhada me senti mais parte da natureza.
Mas dentro do mundo e tive as esperanças pelo céu renovadas.
Ps: Lindo poema.
http://delicadoensaio.blogspot.com/